quarta-feira, 16 de junho de 2010

The wind of change...



Mudanças.


Isso foi uma parte, eu diria um terço da minha mudança.
Eu ainda tenho algumas dessas caixas aqui comigo, me fazendo companhia.


Foi uma delícia. 
Caos, estresse, correria, choro, raiva, euforia, fornecedores com vontade própria, cheiro de cimento, gesso, tinta, satisfação, corre corre, alegria... felicidade.
Todos os meus sentidos foram envolvidos nessa reforma. Nessa mudança.
E, finalmente... tenho minha casa.A casa ideal. Aquela idealizada há anos e anos. Da parede de tijolinho até a mesa de jantar. Tá tudo aqui... o essencial, e o supérfluo também.Meus cacarecos, como eu falo. Ou, como falam de mim: Coisas de Patricia. Outro dia uma amiga (Rita) me escreveu e depois de tantos anos, ela ainda lembra do Coisas de Patricia. Gosto disso.


Essa mudança teve um sabor muito, muito especial. Sem planejar toda a minha família foi envolvida. Todos me ajudaram. Meus amigos me ajudaram. Meu pai veio pra São Paulo só para instalar meus lustres...
Morei em duas casas ao mesmo tempo, na minha mãe e na minha irmã, depois tirei férias para morar aqui durante o dia. Foram 3 semanas intensas. Cronograma apertado, listinha na mão e rios de dinheiro no celular para dar conta de contatar todo mundo.


Consegui. Me mudei em menos de 3 semanas. Claro, com várias pendências. Mas me mudei. Dormi no meu lençol novo, na cor do feng shui. 
Liguei minha fonte de água na sala, mesmo com as caixas.
Pronto, tudo começou a funcionar. 
Nova energia. A minha.


E, até hoje quando chego em casa e abro a porta penso: como é bom ter esse cantinho pra mim. Com a minha cara, aconchegante, gostoso, lindo e feliz.


Conheci novas pessoas nessas férias/reforma. Uma, muitíssimo especial.
Então, o vento da mudança soprou de novo em minha vida.
Nova casa, novo lar, novas pessoas em minha vida, vida nova.


Só faltava uma coisa muito importante no meu coração, não falta mais.
Adoro mudanças. Elas sempre me trazem o melhor.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Tugaretes

Férias.
Poderia ter sido para muita, muita coisa. Mas usei integralmente para a reforma da minha casinha. Nada de viagens, descanso ou ócio.


Correria, quatro quilos perdidos (parte boa), estresse, euforia, e outras coisas aconteceram nas férias.


Algumas delas encantadoras como o almoço com a Tamis, Ninah e Arlete.


Meninas... coisa boa essa de nossos encontros ainda que esporádicos né? Caren, saudade de você guria.


beijos

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O tanque de areia



Segunda-feira.
Primeiro dia de fevereiro de 2010.
Primeiro dia de aula do fofucho.


Na terça eu ligo para ele para saber como foi.
– Oi dinda!
– Oi amorzinho... tudo bem? Você foi para a escola, né?
– Eu fui.
– E o que tem de legal na escola?
– (eufórico) Tem tanque de areia, dinda!
– Olha, que legal. Qual o nome da sua professora?
– É a tia Aninha.
– E você já tem amiguinhos lá? Qual é o nome do seu amigo?
– É Rafael.
– Bubu, lá tem mais meninos ou meninas?
– Tem mais meninos, dinda.


O primeiro dia de escola foi assim. A minha irmã do lado de fora da sala para qualquer emergência materna e o fofucho brincando o tempo todo.
Teve a hora do lanche também. Era a primeira vez em que ele usaria a lancheira do Buzz e do Woody.
E, apesar do estresse emocional ele não deixou de comer 2 fatias de pão com peito de peru e "manteiga de adulto", suco e uma banana.


É gente, escola dá fome! hehe

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

A escada


Num dia desses, o Bruno vira para minha mãe - que cuida dele durante o dia - e pede uma escada.
– Vovó, preciso de uma escada.
Sem questionar e curiosa com a finalidade de uma escada no meio da sala, já que esse fofucho de quase 3 anos não sabe trocar lâmpadas... ela traz a escada para a sala.
Ajuda-o a posicionar a escada para onde ele a está empurrando e a coloca em frente a televisão.
Ele sobe devagar os degraus e fica olhando um tempo por cima da televisão.
Que situação é essa? rs.
Minha mãe percebeu que tinha alguma coisa a mais acontecendo ali e que fazia parte só do mundo dele.
– Bruno, o que você está fazendo em pé nessa escada no meio da sala?
– Vovó, quero ver para onde vão as letrinhas do filme. Elas estão subindo mas não estão em cima da televisão... para onde foram?